Artistas representados

Os artistas representados pelo Galpão 556 são aqueles que por aqui passaram e agora voltam para morar conosco.
São artistas com quem as conversas nunca se encerram — mudam de tom, mudam de tema, mas o diálogo vira parte do cotidiano.
São presenças que ajudam a construir a paisagem deste espaço. E que, por isso, agora fazem parte da nossa casa.
Jussi Szilágyi

(São Paulo, 1951)
Jussi Szilágyi, a primeira artista representada pelo Galpão 556, vive e trabalha em São Paulo.
Com as suas linhas bordadas em desenhos que apontam imagens - memória de rios, mapas, formas orgânicas numa escala intimista; constrói histórias sem começos e sem fim, onde o tempo -memória se mistura com o olhar do espectador e traz a ancestralidade para a contemporaneidade numa arqueologia poética.
Os movimentos opostos e complementares se alteram em suas pinturas e bordados. A linha dos desenhos está sempre no início de cada trabalho, mas seu destino é sempre incerto. Ou permanece oculta ou se transforma para compor o todo.
Desde 2024 como artista representada da Galeria Galpão 556. Com participações nos grupos de acompanhamento artístico de Paulo Pasta e Sergio Fingermann, e no Coletivo 21.


Setsuko Katayama


Artista paulistana, com trajetória consolidada desde os anos 1990, passa a integrar o grupo de artistas representados pelo Galpão 556.
Sua produção atravessa temas como tempo, memória, espiritualidade e a relação entre o ser e a natureza. Em composições que transitam entre o real e o onírico, cria superfícies sensíveis onde matéria e gesto se encontram como linguagem.
A aquarela é seu principal meio de investigação, abrindo espaço para experimentações e desdobramentos poéticos. A incorporação de elementos como papéis oxidados, cascas de árvore e folhas secas amplia a narrativa visual, enquanto ações como recorte, colagem e relevos trazem uma tridimensionalidade sutil às obras, realizadas em suportes diversos como papel, washi, madeira e telas de algodão cru.
Foi aluna de Ubiarajara Ribeiro e participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior. Suas obras integram coleções públicas e privadas, como a Prefeitura de Santo André e a Beijing Cultural Development Foundation.













